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Prontos para voar

Confira algumas companhias aéreas que já estão com novos protocolos e voltam a operar nos próximos meses

POR Redação 2 MIN

27 jul

2 Min

Prontos para voar

POR Redação

	

São Paulo, com o Aeroporto Internacional de Guarulhos, representa um importante hub para as companhias aéreas, conectando destinos-chave de suas operações. Com a gradual retomada das rotas internacionais, voos partindo deste aeroporto tornam-se uma das prioridades do setor.

Desde 03 de julho, a SWISS voltou a conectar o Brasil à Suíça através da rota São Paulo-Zurique, inicialmente com três voos semanais – a companhia prevê um aumento gradual de voos para os próximos meses. Também, o Rio de Janeiro entra nos planos de retomada com destino para Zurique, a partir de outubro.

Além da retomada de seus voos para São Paulo, ao longo do mês de julho a SWISS reativará outras importantes conexões na Europa e Oriente Médio. Isso inclui voos domésticos dentro da Suíça, além de diversos destinos europeus em países como Áustria, França, Alemanha, Grécia, Itália, Polônia, Portugal e Espanha. Voos para Tel Aviv também devem ser retomados durante este mês, assim como outros destinos no Mediterrâneo.

Outra gigante do setor a retomar sua operação no Brasil desde 15 de julho é a Air Europa, partindo de São Paulo com três frequências semanais com destino a Madri. Em setembro será a vez dos voos partindo de Salvador e, em novembro, Fortaleza e Recife.

Para a Air Europa o dia 15 de julho também marca a retomada dos voos partindo de Madri a outros 15 países europeus e a 13 destinos no Caribe, América Central e do Sul, além de Nova York e Miami. Nessa mesma data, a companhia também retomará seus voos semanais para Marrakech, Tunísia e Tel Aviv. Para quem busca voos dentro da Espanha, a companhia já retornou suas operações entre a península espanhola e os arquipélagos das Canárias e Baleares. Também, reforçou a rota que atualmente opera entre Madri e Palma de Maiorca com três frequências diárias, bem como seus voos entre as ilhas.

A reabertura de rotas europeias e transoceânicas permanecem sujeitas à evolução da situação da Covid-19 e ao levantamento de restrições por cada autoridade governamental.

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