TOP Magazine

Suicide girls

Elas deixam bem clara sua mensagem: o reinado das mulheres “perfeitas" já não é tão forte assim

POR Kike Martins da Costa 3 MIN

02 ago

3 Min

Suicide girls

POR Kike Martins da Costa

	

SuicideGirls é um website com fotos de mulheres no maior estilo pin-up que não se encaixam nos padrões de beleza convencionais – a maioria tem cabelos coloridos, corpo tatuado e um quê diferentão. Abriga os mais variados tipos físicos – da suíça Lisina, com piercings no rosto, mamilos e umbigo, à portuguesa Flux, com suas axilas peludas, passando por ninfetas inusitadas, como a meiga Jenna, uma linda anã de Milwaukee.

Todo dia, o site traz um ensaio inédito com uma eleita entre as dezenas de candidatas que enviam fotos para a apreciação da diretoria do SG. Criado por Sean Suhl e Selena Mooney – a Missy – no fim de 2001, em Portland, no Estados Unidos, tinha como ideia inicial compilar imagens de garotas da cena alternativa da cidade, além de funcionar como um espaço para interação de grupos sobre música, comportamento e estilo e ter até uma lojinha online de roupas e acessórios sensuais.

O negócio cresceu. Os associados – que têm acesso a todas as fotos das garotas e participam da escolha – multiplicaram-se pelo mundo inteiro, e meninas de todos os continentes começaram a enviar ensaios para uma vaga no SG. O escritório foi para Los Angeles, e recrutadoras foram designadas para selecionar beldades de lugares como Brasil, Inglaterra, África do Sul e Austrália.

Cada set tem entre 40 e 60 fotos de uma das 2.820 Suicide Girls oficiais em poses sensuais, mas sem grande produção. “O mais bacana no SG é fazer com que as mulheres se aceitem, fisicamente e no modo que querem levar a vida. Cada uma pode ser ‘bonita’ do seu jeito”, diz Zaddi Cerqueira Guimarães, a Zad, de Brasília, Suicide Girl desde 2012.

Veja as Fotos

  • COMPARTILHE
VOLTAR AO TOPO