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05 jun

manual do Champagne

especialista dá dicas sobre a bebida must have das celebrações

POR Redação 1 MIN

05 jun

1 Min

manual do Champagne

POR Redação

	

“Eu só bebo champagne em duas ocasiões: quando estou apaixonada e quando não estou”. Quem proferiu esta frase foi a estilista Coco Chanel e com toda a razão, afinal um bom champagne sempre cai bem. Mas será que você está armazenando e servindo da maneira correta? Conversamos com a especialista Patricia Graicar, gerente de marketing e relacionamento de marcas de luxo da Pernod-Ricard Brasil, que deu dicas até de como harmonizar a bebida. Veja abaixo:

– Como conservar o champagne? Em qual temperatura?

Espumantes simples devem ser servidos entre 6°C e 8°C, enquanto os safrados que possuem mais corpo e complexidade, precisam estar um pouco mais quente, entre 9°C e 12°C para mostrarem seus aromas e sabores.

– Como harmonizar? (quais pratos – entradas e sobremesas, etc)

Existem diferentes tipos de combinações de menus, dependendo do tipo de champagne que você escolhe. Um exemplo é o Perrier-Jouët Belle Epoque Brut, composto por 50% de uva Chardonay, aromas de flores brancas e frutas como o pêssego, com o qual é possível acompanhar pratos como mariscos, ostras, vieiras, peixes ou carnes brancas. Para uma experiência multisensorial, uma dica é experimentá-lo com aperitivos diferenciados de marshmallow e nozes.

Já se a opção for por um champagne da linha Rosé, é possível harmonizar perfeitamente com pratos como lagosta, lagostim, magret de pato, carneiro e carnes de caça. Essa também é uma sofisticada opção para sobremesas com frutas vermelhas ou um delicado macaron.

– Que tipo de taça é mais comum para degustar?

Na taça tipo flûte, com corpo mais alongado e boca estreita, pois o formato ajuda a conservar as borbulhas e realçar os aromas.

– Qual a diferença básica entre champagne e espumante?

Champanhe é apenas o vinho espumante produzido na região francesa de mesmo nome, a Leste de Paris, com as uvas pinot noir, chardonnay e pinot meunier. O método também é usado em outros países, mas nem por isso os espumantes
resultantes desse processo podem ser considerados champanhes.

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