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Liberdade, liberdade

o grito fashion de JW Anderson no mundo da moda

POR 3 MIN

02 ago

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Liberdade, liberdade

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Jovem, bonito, cheio de ideias, um tanto arrogante. Autêntico representante da geração “Y”, aos 31 anos, JW Anderson está longe de querer colocar o mundo de cabeça para baixo. Pretende apenas rechear o planeta de mais conteúdo. Nascido na Irlanda do Norte, aos 18 anos precisou escapar de sua austera educação e se mandou de mala e cuia para a América para descobrir sua real vocação, que pensava ser o teatro. Saiu do armário, não se encontrou como ator, e se matriculou na faculdade de moda em Londres. Daí para a direção criativa da Loewe, a escalada foi meteórica.

Três anos depois de se formar, ele lançou JW Anderson, sua label masculina. A linha feminina chegou dois anos mais tarde, em 2010. E foi aí que ele deu o pulo do gato ao fazer a fusão entre os dois gêneros, criando uma moda andrógina e contemporânea, que se transformou em sua marca registrada. Criou uma linha para a Topshop, foi diretor artístico da Versus e, no final de 2013, assinou contrato com a LVMH para o investimento em sua própria marca e também como diretor criativo da Loewe.

Sem máscara ou falsa humildade, ele afirmou em uma matéria ao “The New York Times” que seu sonho é que suas peças possam ser admiradas como obras de um museu. Para isso, as lojas onde estão expostas devem ser tratadas como espaço público. Democrático. Os preços, no caso, continuam elitistas…

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