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Cores, Sabores e Amores

Uma viagem pelo Peru, um paí­s recheado de cenários incrí­veis e histórias superinteressantes... Quer saber?

POR Alessandra Galo 2 MIN

29 dez

2 Min

Cores, Sabores e Amores

POR Alessandra Galo

	

Gastronomia requintada, aventura, natureza e cenários recheados de histórias. Assim é o Peru, um paí­s encantador, de várias paisagens, cores e sabores. A viagem começa pela capital, Lima. Nem bem cheguei ao Hotel B e logo comecei o tour pela gastronomia peruana, da qual já tinha ouvido falar – e muito bem por sinal. O start foi no restaurante La Picanteria, comandado pelo chef Hector Solis, com o menu de pratos deliciosos. Qual me surpreendeu? A lagosta com batatas e molho de ají­, uma pimenta local, que dá um sabor diferente à comida. E para refrescar, suco de granadina, fruta tí­pica da região, que parece maracujá.

Dali, segui para o centro e fiquei impressionada com os vários cenários: uma cidade litorânea banhada pelo Oceano Pací­fico, com sí­tios arqueológicos misturados a arquiteturas modernas. Andando a pé pela praça San Martin, visitei os pontos turí­sticos que, concentrados por ali, são rodeados por lojas com produtos peruanos a bom preço. De volta ao hotel, aproveitei o fim de tarde no bar, famoso pelos drinques. Minha escolha foi um gin tônica da casa, e confesso: é muito refrescante. Terminei a noite no restaurante Perroquet Country Club Lima Hotel, onde aprendi a fazer pisco sour, uma bebida famosa por lá. No jantar, mais um prato tí­pico peruano, só que, dessa vez, com influência chinesa, chamado LLomo Salteado, feito com tiras de filé-mignon, tomate e cebolas ao molho shoyu, acompanhado por arroz e batatas fritas.

Segunda parada: Urubamba, um povoado no meio do Vale Sagrado, a uma hora e meia de Cusco. Lá, fiquei no Sol y Luna, hotel aconchegante de bangalôs rodeado de flores, plantas e inúmeras espécies de pássaros, com vista para as montanhas. Para conhecer a região, vale um passeio de quadriciclo até a Zona Arqueológica de Morais e Salineiras de Maras.

Para quem quer aventura, aconselho a saltar de parapente ou fazer rafting. E se preferir algo mais tranquilo, andar a cavalo pelas montanhas ou descansar na jacuzzi são boas pedidas. A gastronomia é excelente, com alimentos orgânicos, comprados de produtores locais. Tive um jantar de degustação com o chef Nacho, que nos preparou um ceviche de trucha e um falafel de quinoa. Incrí­vel! E para renovar as energias, que tal receber abraços e sorrisos das crianças da região na fundação educacional do hotel? Eu fui e adorei! Ah, e claro, não tem como ir ao Peru e não visitar Machu Picchu. A dica é pegar um trem de Ollantaytambo para as ruí­nas, optando pela primeira classe. Assim daí para aproveitar bem a viagem e provar um pisco sour.

Último destino: as margens do Lago Titicaca, que, à primeira impressão, parece um mar. Águas transparentes ao redor de pedras que acompanham o lugar incrí­vel onde se encontra o Hotel Titilaka – um dos mais bonitos da América do Sul. Com apenas 18 acomodações e arquitetura toda de vidro, tem uma vista privilegiada. Ao chegar, tomei um chá de coca, medicinal, para não ter problemas com a altitude, de cerca de 3.825 metros. Depois, aproveitei um maravilhoso pôr do sol na varanda e jantar no restaurante do hotel, com uma gastronomia contemporânea e toques peruanos.

O meu favorito: carpaccio de alpaca. Mas vale ressaltar os deliciosos pratos vegetarianos, como o risoto de quinoa. No dia seguinte, saí­ de barco rumo às Ilhas Flotantes de Uros, no meio do lago, conduzida por um nativo, que explicou a história do lugar e como vivem hoje. Fomos então para a Ilha de Taquile, de barco e andando pelas montanhas. De volta ao hotel, fiz passeios de bicicleta e caiaque e para fechar com chave de ouro, estivemos no Sí­tio Arqueológico de Sillustani, antigo cemitério criado pelos povos pucara, tiuanaco, colla e incas, com túmulos construí­dos no alto da montanha, e vista para a Lagoa Umaya. Um cenário cheio de história.

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