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04 fev

Construtor de Sonhos

Conheça o engenheiro Diogo Zopone, que, com apenas 25 anos, já participou de importantes obras no Brasil

POR Redação 2 MIN

04 fev

2 Min

Construtor de Sonhos

POR Redação

	

O bauruense Diogo Zopone mal começou a carreira de engenheiro e já encarou um
grande desafio: a construção da transmissora de energia de Belo Monte, localizada na
bacia do Rio Xingu, perto de Altamira, no Pará. Segundo ele, é uma das obras de que mais
se orgulha. “Conseguimos fazer num prazo recorde. Morei lá por sete meses. É um local
inóspito, mas que foi muito importante para o meu crescimento profissional e, apesar de
todas as dificuldades, uma experiência inesquecível”, conta. Diogo trabalha na empresa da
família, a Zopone Engenharia, construtora especializada em obras pesadas e de
infraestrutura como telecomunicações, energia e pavimentação. Assim como seu pai,
coloca a mão na massa diariamente. “Fui influenciado por ele, mas sempre tive afinidade
com a profissão, e gostei de construir.” Por causa do trabalho, ele chegou a morar em
diferentes estados do Brasil.
A vida cigana, porém, o agrada. “Eu gosto porque não fica monótono, são oportunidades
legais para o lado pessoal e profissional. A que eu mais gostei foi Belo Monte, morar lá não
é fácil, mas a obra foi muito interessante.” O tempo é curto, o que não o impede de fazer
uma das coisas que mais ama, o trabalho voluntário. Diogo viajou recentemente para a
África para prestar auxílio a uma ONG, na reforma e apoio geral de uma creche. Atitude
bastante altruísta para um jovem de 25 anos que abriu mão do Natal com a família e das
badaladas festas de Réveillon para ajudar o próximo do outro lado do Atlântico.7


“Meus amigos falam que sou doido por ir justamente no fim do ano, mas é uma vontade
minha. Quero realizar esse sonho, independente da época”, diz. Ajudar pessoas é outra
característica que Diogo diz ter herdado da família, que possui o projeto social Associação
Bauruense de Desportos Aquáticos, a ADBA, instituição responsável por amparar mais de 4
mil crianças carentes no interior de São Paulo. “Nossa empresa apoia a entidade que auxilia
muita gente, temos atletas competindo até mesmo no exterior.” Além do trabalho voluntário,
a outra paixão de Diogo são os cavalos, e sempre que sobra um tempinho, vai para o haras,
em Bauru. “Comecei a montar, já cheguei até a competir e, na época, fui campeão
brasileiro. Não consigo mais praticar como antes por causa do trabalho, mas gosto muito de
cavalos”, conta o engenheiro, que competia em provas de Tambor e Baliza, e cria a raça
quarto de milha. Fora isso, Diogo é visto facilmente na companhia de amigos durante uma
viagem ou em uma festa bem animada. E, apesar da pouca idade, ele pode ser realmente considerado um construtor de sonhos, seja no Brasil ou na África.

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