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Bon Jovi

Mesmo com chuva, banda levanta o Allianz Parque, em São Paulo

POR Por Simone Blanes 3 MIN

26 set

3 Min

Bon Jovi

POR Por Simone Blanes

	

Mesmo sendo uma das principais atrações do Rock in Rio, o Bon Jovi resolveu esticar sua passagem pelo Brasil, com shows em outras capitais. Passou por Recife, incendiou São Paulo e ainda toca em Curitiba. TOP acompanhou o show de São Paulo, na quarta-feira 25, ao lado de Julies Mazarini, que além de cantor e assessor, é fã declarado do grupo norte-americano. “Amei o show, acho que eles entregaram bem essas duas horas e meia. Mesmo com alguns problemas vocais do Jon, que nem poderia estar cantando nesse momento por recomendações médicas, o Bon Jovi mostrou o porquê ainda é uma das melhores bandas do planeta”, disse ele, sobre os roqueiros que iniciaram a apresentação com “This House Is Not For Sale”, música que dá nome à turnê, mas levantaram o público em “Born To Be My Baby”, primeiro hit da noite. “Claro que fica a decepção de não ter tocado alguns clássicos como ‘Always’ e ‘I´ll Be There For You´, que já vem tocando durante a turnê inteira. Não entendi porque não tocaram ou Jon não usa mais as maracas em ‘Keep The Faith’, por exemplo. Ao mesmo tempo tivemos boas surpresas como ´Blood on Blood’, a entrada da percussão, que deu um peso, principalmente em ‘Amen’ e David Bryan cantando ‘In These Arms’, para mim um sonho realizado”, pontua Julies, que tem os rostos de Jon Bon Jovi e Ritchie Sambora tatuados no corpo. “Uma coisa que sempre bato é que as bandas que fazem turnês mundiais poderiam estudar mais a set list de cada país e saber as três, quatro mais tocadas naquele lugar. Não só o Bon Jovi, mas todas as grandes bandas”, completa.
No mais, fato é que Bon Jovi continua literalmente dando um show! Não só de música, mas de carisma, de performance e na arte do vocalista de arrebatar os corações femininos, em especial, quando entoa românticas como ´Bed of Roses´, chamando alguma fã para dançar com ele no palco. Sucessos como ´You Give Love a Bad Name´ e ´Living on a Prayer´ também têm o poder de movimentar o estádio lotado de uma maneira que só o Bon Jovi consegue, com maestria, mesmo sem sua formação original. Falando nisso, é bom destacar o guitarrista Phil X, que na árdua tarefa de substituir Sambora, conquistou a plateia paulistana com competência e muitos sorrisos. “Ele ajuda a mostrar que o Bon Jovi tem muita força”, finaliza Mazarini.

Vem conferir algumas fotos do que rolou

 

Fotos e créditos: Staff imagens / Allianz Parque

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