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Peça “Baixa Terapia” volta a São Paulo com Antonio Fagundes e grande elenco

“A universalidade e a atualidade dos temas levantados são cômicos e hilariantes para plateias do mundo inteiro”

POR Melissa Lenz 3 MIN

06 fev

3 Min

Peça “Baixa Terapia” volta a São Paulo com Antonio Fagundes e grande elenco

POR Melissa Lenz

	

Nada é o que parece ser. Quem (como eu) pensou que nunca mais teria a chance de ver Baixa Terapia – Uma Comédia no Divã, que ficou dois anos em cartaz e foi aplaudida por mais de 200 mil espectadores de 25 cidades do Brasil afora, se enganou feio. E é melhor não deixar(mos) a oportunidade escapar desta vez. A peça que tem no elenco Antonio Fagundes, Mara Carvalho, Alexandra Martins, Ilana Kaplan, Fábio Espósito e Bruno Fagundes, está em São Paulo para uma nova temporada, no Teatro Tuca.

A debochada comédia de Matias del Federico, com adaptação de Daniel Veronse e direção de Marcos Antônio Pâmio, reúne três casais que não se conhecem e que se encontram inesperadamente em um consultório para sua sessão habitual de terapia. Dessa vez, descobrem que a psicóloga não estará presente e, a partir daí, vem à tona queixas, confissões, suspeitas, revelações, verdades e mentiras da maneira mais escrachada para eles e divertidíssima para o público.

No final, o elenco fica à disposição para tirar as dúvidas da plateia. “O público continua rindo no debate e é sempre muito legal esse momento que passamos juntos”, diz Antonio Fagundes, em entrevista por email. Confira o papo na íntegra:

TOP – Qual impacto você tem notado sobre o público de cidades tão diferentes com a peça Baixa Terapia?

Antônio Fagundes – Isso foi uma das coisas que nos motivou a montar o espetáculo. A universalidade e a atualidade dos temas levantados – de uma forma que nós tivemos a experiência própria, viajando para os Estados Unidos, Portugal – de que o público reage de uma forma bastante positiva e coerente, parecida com a forma que a gente está acostumado com que o público reage no Brasil. Além disso, sabemos que esse texto (de Matias Del Federico) tem sido montado em mais de 20 países com enorme sucesso. Exatamente por causa dessa universalidade e atualidade dos temas abordados durante o espetáculo, que são cômicos e hilariantes para todas as plateias do mundo inteiro.

Você já fez terapia de casal ou individual? 

Nunca fiz terapia. Costumo brincar que o ator fazer terapia é quase uma redundância, você se analisa todos os dias para interpretar um personagem, se colocando em confronto ou junto a ele, ou discutindo aquele tipo de problema. Em última análise, é isso que uma terapia faz: a discussão dos problemas, e sempre achei que não era preciso. Mas entendo sim que possa ajudar a resolver problemas no casamento e que possa ser muito bom. Talvez não como Baixa Terapia faz. Quem viu vai entender o que tô falando, não é à toa que a peça tem esse nome.

Qual frase de um pensador que você escolheria como mantra hoje?

Como um mantra talvez, não porque você repete para se fortalecer, mas como conhecimento do ser humano. Eu usaria uma frase do Jorge Luis Borges: “O Homem é uma experiência que não deu certo”.

Após o espetáculo ainda rola um bate-papo…

O elenco fica à disposição para tirar qualquer dúvida e curiosidade da plateia. São momentos bastante agradáveis. O público continua rindo no debate e é sempre muito legal esse momento que passamos juntos e acho muito legal isso que a gente vem fazendo ao longo da temporada.

Por que todo mundo deveria ver Baixa Terapia?

Primeiro porque nós já tivemos o aval de 200 mil telespectadores ao longo dos últimos dois anos, em países diferentes. Fizemos uma temporada maravilhosa em Portugal, só lá foram mais de 60 mil espectadores. Estamos nesses bate-papos percebendo que a reação da plateia não é só daquele momento, eles levam a alegria toda do espetáculo para casa e as propostas todas que o espetáculo levanta para serem pensadas, então é imperdível. Inclusive, tem saído em algumas publicações que só vamos ficar em cartaz até março. Na verdade, não! A gente vai ficar em quanto tiver público e estamos tendo muito e muito público, então, a perspectiva é que a gente fique até o fim do ano com a peça em cartaz. Até para dar tempo para o público voltar. Muita gente tem assistido a peça cinco ou seis vezes no espetáculo de tão divertido que ele é!

BAIXA TERAPIA – UMA COMÉDIA NO DIVÃ!

Ficha Técnica:

Texto: Matias Del Federico

Adaptação: Daniel Veronese

Tradução: Clarisse Abujamra

Direção: Marco Antônio Pâmio

Elenco: Antonio Fagundes, Mara Carvalho, Alexandra Martins, Ilana Kaplan, Fábio Espósito e Bruno Fagundes

Assessoria Jurídica: Onesti Advogados.

Assessoria de imprensa: Vivi Hipólito

Assistentes de produção: Gustavo de Souza e Vanessa Campos.

Diretor de produção: Carlos Martin.

 

Serviço:

Local: Teatro Tuca

Endereço: Rua Monte Alegre, nº 1.024, Perdizes, São Paulo, SP

Telefone: (11) 3670-8455

Duração: 90 min

Classificação etária: 14 anos

Valores: sextas-feiras (R$ 100/ meia R$ 50), sábados (R$ 120/ meia R$ 60) e domingo (R$ 100/ meia R$ 50)

Horários: sextas-feiras às 21:30h, sábados às 20h e domingos às 18h

Capacidade de público por sessão: 672 pessoas

Compras pela Internet: www.ingressorapido.com.br

Telefone: (11) 4003-1212

Horário de funcionamento da bilheteria: de terça a domingo das 14h às 20h

Aceita todos os cartões de crédito

*o espetáculo começa rigorosamente no horário

Foto:  Caio Galucci

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